Cinco anos após The Slow Rush e a testar os limites da nossa paciência devido a tão prolongado hiato, eis que os australianos Tame Impala de Kevin Parker voltam, finalmente, aos discos com Deadbeat, o quinto e novo registo de originais do projeto, um alinhamento com doze músicas gravadas, produzidas e misturadas pelo próprio Parker no estúdio do artista em Fremantle, na Austrália, onde reside e que vai ver a luz do dia a dezassete de outubro com a chancela da Columbia Records, sendo bastante inspirado na cultura bush doof na cena rave da Austrália Ocidental.
No início deste mês de setembro esteve em alta rotação na nossa redação Loser, o primeiro single revelado do alinhamento de Deadbeat, um tema que tinha nas cordas mágicas de uma guitarra e no registo vocal ecoante de Parker aquela marca psicotrópica setentista que tipifica grande parte do catálogo sonoro dos Tame Impala.
Agora, cerca de três semanas depois, temos para escuta o single Dracula, uma canção que aposta num registo eminentemente sintético e que aponta baterias para aquele eletropop, que nomes como os Justice ou The Weeknd trouxeram para a ribalta já neste século. Vocalizações ecoantes, uma batida cósmica intensa e uma guitarra com ímpar groove são o grande sustento sonoro da uma canção que também já tem direito a um vídeo assinado por Julian Klincewicz. Confere...

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