O músico e compositor Tiago Vilhena, que já foi George Marvison noutro projeto e membro dos Savana, estreou-se nos lançamentos discográficos há pouco mais de dois anos com Portugal 2018, um trabalho que tinha a chancela da Pontiaq e que era cantado quase na sua totalidade em português. Portugal 2018 continha dez composições filosóficas e relaxadas, introspetivas e reveladoras, sendo um registo com um forte cunho ativista, mas também um álbum fantástico porque retratava profetas, dilemas da morte e da vida, poções e milagres.

Agora, em dois mil e vinte e dois, Tiago Vilhena irá presentear-nos com o sempre difícil segundo disco, um trabalho que irá sendo apresentado ao longo do ano e que viu o seu alinhamento composto durante o período de isolamento devido à situação pandémica que todos conhecemos
Não Posso Ter Nada é, portanto, o primeiro single revelado do novo álbum de Tiago Vilhena, uma canção bastante orelhuda e imediata, arquitetada pela guitarra e adornada por sintetizações reluzentes, pensada para dançar, cantar e sorrir. De facto, com uma estrutura clássica, um refrão orelhudo, um verso desafiante e evolutivo e uma letra subjetiva, mas fácil de acolher, Tiago Vilhena revela que está por cá para nos oferecer músicas para ouvir, repetir e reter. A aura da canção de intervenção está presente, mas trocou a camisa por uma t-shirt e o relógio de pulso pelo smartphone. O vídeo da canção foi filmado em Lisboa e realizado por Mariana Romão. Transpira boa disposição, saúde e cor. Todas as cores. Confere...
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