
Os norte-americanos Copeland de Aaron Marsh (voz, guitarra, baixo, piano), Bryan Laurenson (guitarra) e Stephen Laurenson (guitarra) já andam por cá, algo despercebidos, é certo, mas tremendamente criativos, desde o início do novo milénio. Têm cinco discos em carteira, sendo o último IXORA, um registo editado em novembro de dois mil e catorze e que vai ter finalmente sucessor, já no início do próximo ano.
Gravado nos dois últimos dois anos no The Vanguard Room, o estúdio de Aaron Marsh, em Lakeland, Florida, terra natal da banda e misturado em Nova Iorque por Michael Brauer, Blushing é o nome desse novo álbum dos Copeland e irá ver a luz do dia a catorze de fevereiro, à boleia da tooth & nail records.
Com a habitual escrita algo intrincada e levemente lúgubre, que carateriza o cardápio lírico dos Copeland, envolvida por um arquétipo sonoro que, piscando também o olho à eletrónica, consegue ser, com superior subtileza, sereno e majestoso, Pope, o single já extraído de Blushing, faz adivinhar mais um álbum emotivo e capaz de mexer com o âmago de quem se predispuser a destrinçar o seu conteúdo, que vai sempre muito além, no caso dos Copeland, da simples vertente musical. Confere...
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