Esta noite sonhei com uma localidade islandesa chamada Álafoss...
E no meu sonho ouvi os violinos e o piano de Stáralfur... E a voz de Jonsí.
Ao acordar, nem hesitei ao escolher o disco...
E voltei a sonhar... Agora acordado!
Dedico este post a Shirin Ebadi, primeira mulher a ser formada Juíza no Irão, vencedora do Prémio Nobel da Paz em 2003 e fervorosa defensora dos direitos humanos. Esse prémio, assim como a Legião de Honra com que a França a homenageou, foram recentemente confiscados pelo estado iraniano, supostamente por evasão fiscal.
Esta notícia deixou-me ainda mais perplexo quando descobri que o prémio de 1,3 milhões de dólares relativo ao Nobel tinha sido doado pela juíza a organizações não-governamentais que apoiam os prisioneiros politicos iranianos e suas famílias.
Já em 2000, Shirin tinha sido despejada numa cela da prisão de Evin, a mesma cadeia de Teerão onde o seu cunhado de 17 anos, Fuad, tinha sido condenado à morte e enforcado. Muito recentemente, o seu marido, o Engenheiro Javad Tavassolian foi preso e brutalmente espancado, sem lhe ter sido imputado qualquer tipo de acusação.

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