Já viu a luz do dia o novo disco de uma das minhas bandas preferidas, no campo da pop e da electrónica, os Zero 7. O álbum intitula-se Yeah Ghost
Count Me Out
Mr McGee
Swing
Everything Up (Zizou)
Pop Art Blue
Medicine Man
Ghost Symbol
Sleeper
Solastalgia
The Road
All Of Us
Ainda não tive oportunidade de ouvir o disco na íntegra, excepto algumas faixas disponíveis no myspace da banda. Entretanto não poderei fazer uma análise profundada ao trabalho.
No entanto, por aquilo que já ouvi e que me possiblitou formular uma primeira opinião e tendo em conta o que li, pelos vistos é uma enorme desilusão, um fiasco mesmo.
Parece que os Zero 7 tentaram novamente a mudança a qualquer custo e a fórmula não resultou, tal como já havia sucedido em The Garden (2006), apesar da participação de José Gonzales em alguns temas.
Há que aceitar e respeitar a intenção de alteração de rumo desta dupla britânica. No entanto, esta radicalização dos propósitos sonoros fundados em Simple Things (2001) e When It Falls (2006), álbuns onde os Zero 7 se mostraram dignos embaixadores de uma pop moderna capaz de abraçar também a soul, a electrónica e a folk, indica alguma falta de honestidade para quem, como eu, aprendeu a amar estes dois discos! Pessoalmente sinto-me defraudado!
Tirando talvez Swing e Pop Art Blue, Yeah Ghost é tudo o que não estava à espera num disco da dupla Henry Binns e Sam Hardaker. E nem a sempre excelente Eska consegue salvar o novo trabalho deste projecto britânico.
É sempre bom mudar mas para este resultado, mas valia terem mantido a fórmula anterior, por muito desgastada que parecesse estar. Pessoalmente aguentava mais um ou dois discos dos Zero 7 na mesma onda dos primeiros trabalhos da banda.
Ficao link para Pop Art Blue, uma das poucas que valem a pena a audição, para quem quiser descarregar...
está terrível. Julguei que o que tinha visto no sw deste ano tinha sido um dj-set rasca, mas afinal era mesmo sons do novo disco.
ResponderEliminarenorme desilusão