Sam Genders é a mente pensante por trás dos Diagrams, uma banda londrina que lançou no dia doze de janeiro Black Light, o disco de estreia, através da Full Time Hobby.
Sam fez parte de um projeto chamado Tunnga e cuja sonoridade era mais virada para a folk. Agora, nos Diagrams, Genders volta-se para uma sonoridade menos lo fi, embora a sua voz e as escolhas de arranjos confiram às músicas de Black Light um certo ar soturno. Por exemplo, em várias canções domina a viola à Simon & Garfunkel, mas também há diversas músicas com bastantes intervenções eletrónicas, como Apetite e a homónima Black Light. Como um todo, Black Light é incrivelmente doseado e, por isso, consegue ser ao mesmo tempo experimental e acessível, com batidas eletrónicas minimalistas como tónica e não regra, sintetizadores e guitarras limpas, acompanhadas de toda uma gama e camadas de instrumentos inseridos meticulosamente ao longo do álbum, que surpreendem sem cansar, resultando em algo excitante e ao mesmo tempo acolhedor. Espero que aprecies a sugestão...
01. Ghost Lit
02. Tall Buildings
03. Night All Night
04. Appetite
05. Mills
06. Antelope
07. Black Light
08. Animals
09. Peninsula (Plus Hidden Track)
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